Eu te amo!?!?

outubro 19 10:23 2016 Imprimir Este artigo

“O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.” (1 Coríntios 13.4-6)

Ah o amor… como é amor é lindo!

É mesmo?? Hoje em dia se ouve muitas pessoas dizendo “eu te amo!” é amor daqui, amor dali, amor para todos os lados! Mas isso é real? As pessoas sabem o que realmente é o amor?

Essa palavra anda tão saturada, tão usada atualmente, de qualquer forma, de qualquer jeito, que realmente não ouso acreditar que as pessoas saibam do que estão falando. Um casal, mal se conhece e uma semana depois é amor para todos os lados!! Amor nas redes sociais, amor nos aplicativos de comunicação instantânea, amor, amor e amor… Só um momento por favor!

Como pessoas que mal se conhecem podem se amar tanto assim? Claro que a paixão, que é uma emoção completamente diferente pode ocorrer. Quando se está apaixonado se pensa na pessoa a todo momento, quer a pessoa, o algo, o objeto a todo instante perto de você e só pra você. Mas isso não é amor não…

Amor é renúncia a si mesmo, é estar disposto a abrir mão de seus sonhos, de suasCristo crucificado em contraluz com o sol porvontades para ver o outro feliz. Amor não é apenas alegrias, mas tristezas também, pois abrir mão de muita coisa na sua própria vida não é fácil, mas é uma das coisas que o amor exige. Lembram daquele hino tradicional, que se ouve cantar sobretudo na Semana Santa: “Prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão.” Esse é um belo exemplo de prova de amor, entrega, doação e renúncia pelo bem do próximo. Isso é amor!

Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica sobre amor conjugal:

“§1643 «O amor conjugal comporta um todo em que entram todas as componentes da pessoa – apelo do corpo e do instinto, força do sentimento e da afectividade, aspiração do espírito e da vontade –; visa uma unidade profundamente pessoal – aquela que, para além da união numa só carne, conduz à formação dum só coração e duma só alma –; exige a indissolubilidade e a fidelidade na doação recíproca definitiva; e abre-se à fecundidade. Trata-se, é claro, das características normais de todo o amor conjugal natural, mas com um significado novo que não só as purifica e consolida, mas as eleva ao ponto de fazer delas a expressão de valores especificamente cristãos»

Paixão é química. Amor é sentimento e não é tão fácil de se conquistar como aparece nas redes sociais, na mídia, enfim no cotidiano, aos montes, cheios de corações e flechas…  Avaliemos nosso comportamento e nossas atitudes… Que o Senhor Jesus Cristo, nosso exemplo de amor maior, nos abençoe e que Maria nossa Mãe Santíssima interceda por nós, para que realmente exista mais amor no mundo e menos paixão.

Fonte: https://amorbaseadonabiblia.wordpress.com/2015/01/22/veja-a-diferenca-entre-amor-e-paixao/

Fonte: https://amorbaseadonabiblia.wordpress.com/2015/01/22/veja-a-diferenca-entre-amor-e-paixao/

Em Cristo,

Leandro.

Referência

http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p2s2cap3_1533-1666_po.html

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