Liturgia Diária: 3ª-feira da 12ª Semana Tempo Comum

junho 21 00:02 2016 Imprimir Este artigo

3ª-feira da 12ª Semana Tempo Comum

  1. Luís Gonzaga Rlg, memória

Cor: Branco

1ª Leitura – 2Rs 19,9b-11.14-21.31-35a.36

Protegerei esta cidade e a salvarei
em atenção a mim mesmo e ao meu servo Davi.
Leitura do Segundo Livro dos Reis 19,9b-11.14-21.31-35a.36 Naqueles dias:
9a Senaquerib, rei da Assíria, enviou de novo
mensageiros a Ezequias para dizer-lhe:
10 Não te seduza o teu Deus, em quem confias, pensando:
Jerusalém não será entregue nas mãos do rei dos assírios.
11 Porque tu mesmo tens ouvido
o que os reis da Assíria fizeram a todas as nações
e como as devastaram.
Só tu te vais salvar?’
14 Ezequias tomou a carta da mão dos mensageiros e leu-a.
Depois subiu ao templo do Senhor,
estendeu a carta diante do Senhor
15 e, na presença do Senhor, fez a seguinte oração:
‘Senhor, Deus de Israel,
que estás sentado sobre os querubins!
Tu és o único Deus de todos os reinos da terra.
Tu fizeste o céu e a terra.
16 Inclina o teu ouvido, Senhor e ouve.
Abre, Senhor, os teus olhos e vê.
Ouve todas as palavras de Senaquerib,
que mandou emissários para insultar o Deus vivo.
17 É verdade, Senhor,
que os reis da Assíria
devastaram as nações e seus territórios;
18 lançaram os seus deuses ao fogo,
porque não eram deuses,
mas obras das mãos dos homens, de madeira e pedra,
por isso os puderam destruir.
19 Mas agora, Senhor, nosso Deus,
livra-nos de suas mãos,
para que todos os reinos da terra
saibam que só tu, Senhor, és Deus’.
20 Então Isaías, filho de Amós,
mandou dizer a Ezequias:
‘Assim fala o Senhor, Deus de Israel:
Ouvi a prece que me dirigiste
a respeito de Senaquerib, rei da Assíria.
21 Eis o que o Senhor disse dele:
A virgem filha de Sion despreza-te e zomba de ti.
A filha de Jerusalém meneia a cabeça nas tuas costas.
31 Pois um resto sairá de Jerusalém,
e sobreviventes, do monte Sião.
Eis o que fará o zelo do Senhor Todo-poderoso.
32 Por isso, assim diz o Senhor acerca do rei da Assíria:
Ele não entrará nesta cidade,
nem lançará nenhuma flecha contra ela,
nem a assaltará com escudo,
nem a cercará com trincheira alguma.
33 Pelo caminho, por onde veio, há de voltar,
e não entrará nesta cidade, diz o Senhor.
34 Protegerei esta cidade e a salvarei
em atenção a mim mesmo e ao meu servo Davi’.
35a Naquela mesma noite, saiu o Anjo do Senhor
e exterminou no acampamento assírio
cento e oitenta e cinco mil homens.
36 Senaquerib, rei da Assíria,
levantou acampamento e partiu.
Voltou para Nínive e aí permaneceu.
Palavra do Senhor.

Salmo – Sl 47,2-3a. 3b-4. 10-11 (R. Cf. 9d)

  1. O Senhor estabelece sua cidade para sempre.
    2 Grande é o Senhor e muito digno de louvores *
    na cidade onde ele mora;
    3a seu Monte santo, esta colina encantadora *
    é a alegria do universo. R.

    3b Monte Sião, no extremo norte situado, *
    és a mansão do grande Rei!
    4 Deus revelou-se em suas fortes cidadelas *
    um refúgio poderoso. R.

    10 Recordamos, Senhor Deus, vossa bondade *
    em meio ao vosso templo;
    11 com vosso nome vai também vosso louvor *
    aos confins de toda a terra. R.

Evangelho – Mt 7,6.12-14

Tudo quanto quereis que os outros vos façam,
fazei também a eles. + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo Segundo São Mateus 7,6.12-14 Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
6 Não deis aos cães as coisas santas,
nem atireis vossas pérolas aos porcos;
para que eles não as pisem com os pés
e, voltando-se contra vós, vos despedacem.
12 Tudo quanto quereis que os outros vos façam,
fazei também a eles.
Nisto consiste a Lei e os Profetas.
13 Entrai pela porta estreita,
porque larga é a porta
e espaçoso é o caminho que leva à perdição,
e muitos são os que entram por ele!
14 Como é estreita a porta
e apertado o caminho que leva à vida!
E são poucos os que o encontram!
Palavra da Salvação.

Reflexão – Mt 7, 6.12-14

Hoje em dia, fala-se muito da questão da inculturação. É inculturação do anúncio, da liturgia e assim por diante. De fato, a inculturação é necessária para que todos possam viver os valores do Reino de Deus. Mas o Evangelho de hoje nos faz uma grave advertência: não atireis vossas pérolas aos porcos. É claro que devemos valorizar todas as formas e expressões de uma cultura e reconhecer os grandes valores que estão presentes na cultura e que expressam os valores evangélicos, mas inculturar o Evangelho não significa submete-lo aos valores culturais, pois a cultura tende a ver o Evangelho de uma forma ideológica e a usar as suas palavras sem os critérios do Reino, pisando nelas e voltando-se contra nós.

Fonte: CNBB

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