O QUE É O CARMELO?

junho 01 16:25 2016 Imprimir Este artigo

Informação sobre a história, a espiritualidade e a atualidade.

Caro leitor,

Estas breves informações têm a finalidade de narrar em grandes linhas o que nós somos e donde viemos. Não quisemos aborrecer-te com muitos detalhes, mas oferecer-te um olhar panorâmico sobre 7 séculos da nossa história, para te fazer conhecer a beleza e a atualidade da nossa vocação. Pareceu-nos útil apresentar-nos a todos aqueles que já colaboram conosco nos diversos tipos de apostolado, ou que, tendo somente ouvido falar do Carmelo, desejam conhecer-nos.
Obrigado pelo tempo que nos dás ao lê-los.

Teus irmãos Carmelitas

Ludovico Saggi
Emanuel Boaga
Carlo Colelli

andor013A CONQUISTA DO MONTE

O Carmelo, que significa jardim, é uma cadeia de colinas que termina por um promontório perto de Haifa em Israel, lugar de culto desde a antiguidade, citado pelo profeta Isaías (o esplendor do Carmelo) entre os dons de Deus a seu povo.

Cinco Séculos depois de Moisés, Elias, homem de Deus, morou aí em solidão, vestido com uma larga cintura de pele e de uma peliça, como posteriormente João Baptista no tempo de Jesus.

A Bíblia conta-nos nos Livros dos Reis que no tempo de Elias, o povo escolhido, dividido em dois reinos separados, põe em risco perder a sua alma: a fidelidade ao único Deus verdadeiro. O culto fenício de Baal é introduzido como alternativa ao pacto de Moisés com Aquele que é. Elias e os seus discípulos defendem o monoteísmo. O profeta repreende duramente o rei que traiu a Aliança, e vive depois escondido perto da torrente de Kerit só em comunhão com Deus; finalmente desafia os profetas de Baal no monte Carmelo, diante do povo: «Até quando sereis vós coxos de ambos os pés? Se o Senhor é Deus, Segui-O. Se, pelo contrário, é Baal, segui-o!» O poder de Deus manifesta-se, e Elias pensa ter vencido definitivamente; mas teve de fugir ameaçado de morte pelos fiéis do Deus pagão. Ele esconde-se no deserto e aí deseja morrer: «Agora basta, Senhor! Toma a minha vida porque eu não sou melhor que meus pais».

É a prova da sua fé; não é fácil possuir a Deus e ser defendido por Ele; quando os meios humanos desaparecem fica somente a fidelidade nua. Mas um anjo convida-o a comer e a beber: «o caminho é muito longo para ti». Elias, depois de 40 dias e 40 noites, chega ao monte de Deus, o Horeb, onde Javé se tinha manifestado a Moisés: «Eu sou o Senhor teu Deus». Agora Deus pergunta ao seu profeta: «Que fazes tu aqui, Elias?» «Estou cheio de zelo – respondeu ele – pelo Senhor dos exércitos, porque os Israelitas abandonaram a tua Aliança, derrubaram os teus altares e mataram à espada os profetas. Fiquei só e eles atentam contra a minha vida » Mas Deus ordenou-lhe: «Sai e pára no monte na presença do Senhor.» Onde estará Deus? «Houve um grande furacão tão forte que fendia as montanhas e quebrava as rochas diante do Senhor, mas o Senhor não estava no furacão. Depois do furacão, um tremor de terra, mas o Senhor não estava no tremor de terra. Depois do tremor de terra um fogo, mas o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo houve o murmúrio duma brisa suave». Inesperadamente Deus está nesta brisa suave, repetindo-lhe a pergunta: «Que fazes tu aqui, Elias?» E ele, intransigente, duro como a rocha: «Estou cheio de zelo pelo Senhor dos exércitos».

Mas Elias aprendeu a suportar a derrota aparente da religião do seu Deus esperando sem impaciência o triunfo, que ele não verá durante a sua vida sobre a terra; a subir à montanha sem tomar posse dela, como Moisés viu mas não habitou a terra prometida. Os pensamentos de Deus estão para além dos seus pensamentos; permanecem incompreensíveis, eles inflamam o seu amor ardente.

É por isso que Jesus, no Tabor, aparece na sua glória em colóquio com Moisés e Eias, os Santos da expectativa; a passagem para a glória definitiva da Ressurreição deve reencontrar a Cruz, a experiência da fé pura já vivida por Elias e revivida por João Baptista; o zelo deve tornar-se no filho do homem, a fidelidade sem apoio, no triunfo aparente do mal. É o único caminho que conduz à conquista do monte, do Carmelo, do Horeb, do Calvário; o caminho de Elias, de Jesus e o nosso, onde corremos o risco de não ouvir Deus que passa suave sobre a montanha da alma e aí eleva a sua cruz de amor.

QUEM ERAM OS CARMELITAS DO MONTE CARMELO?

A solidão com Deus no Carmelo é muito antiga, e os eremitas que depois de Elias habitam neste lugar estão ocultos no tempo e no segredo da sua vicissitude espiritual.

Temos de chegar à plena Idade Média, ao tempo da primeira cruzada na Terra Santa para os encontrar, numa época de renovação da Igreja e de busca da pura dimensão evangélica da vida religiosa. Um pouco como acontece hoje, nos séc. XII e XIII, o tempo de Francisco de Assis e de Domingos, a humanidade vive a experiência de grandes mudanças sociais e espirituais e, por conseguinte, de perturbações psicológicas muito vivas e de ideais generosos de renovação.

O mundo feudal já não se bastava a si próprio, com a sua economia fechada, seus horizontes de progresso humano muito limitados. Recomeça-se a movimentar, a viajar, a conhecer e, portanto, a confrontar ideias, costumes, mentalidades. Novamente o dinheiro circula, anteriormente quase esquecido, no ritmo lento das trocas em produtos agrícolas, circunscrito a localidades relativamente pequenas. As relações comerciais entrecruzadas em longas distâncias, tornam-se empresas tão interessantes e excitantes como aventureiras, e muitas vezes audaciosas, estimulando a imaginação, empenhando particulares e grupos interessados em fazer programas, e gerando um estilo de vida leigo com os seus deveres sociais, cobiçado muitas vezes por quem ficou pobre e ligado à terra.

Esta nova riqueza, móvel, feita de metais e pedras preciosas, de mercadorias e barcos, de comunicações e de acordos comerciais, tende a substituir a antiga propriedade familiar imóvel que passava do pai para o filho mais velho com toda a gama de laços e escravidões; torna-se o capital acumulado de negociantes e especuladores, fruto e medida do seu valor pessoal, dos quais podem usar livremente.

É uma riqueza, com o estilo de vida que acompanha, que se infiltra perigosamente mesmo na Igreja, entre o clero, até nos mosteiros, estimulando contrastes de idéias e conflitos pessoais, suscitando invejas e ciúmes.

As condenações oficiais do magistério da Igreja em defesa, por certo não evangélica, destes interesses, correm o risco de não ter em conta a confusão dos egoísmos, e de ficar sobre o papel: é necessário lutar contra o espírito desta riqueza, não somente através da pregação, mas vivendo de novo evangelicamente: na pobreza enobrecida por Cristo como uma bem-aventurança – Bem-aventurados os pobres – e vivida por Ele em primeiro lugar.

Por outro lado, os sinais muito evidentes do desacordo popular com a mentalidade mundana que uma parte do clero fez sua, traduzem-se em vivos protestos, tornando-se às vezes movimentos de espiritualidade em alternativa com a Igreja, das heresias; mais freqüentemente, fazem nascer iniciativas generosas de regresso à simplicidade evangélica fora de querelas doutrinais, mas em forte oposição ao mundo rodeado de riscos que não compreendem. Basta lembrar Francisco, quando se despe publicamente restituindo a seu pai, rico comerciante, as suas próprias vestes; e o bispo de Assis apressa-se a cobri-lo, reconhecendo-o, talvez inconscientemente, filho da verdadeira Igreja.

O ideal de Francisco era também, sob uma outra forma, o de Domingos: reconduzir as almas para Deus desobstruindo o caminho dos obstáculos da riqueza e da corrupção; cedo será este também o ideal da nascente Ordem Carmelita; é o sentido da expressão Ordens Mendicantes, pela qual são definidas as novas famílias religiosas.

Quem eram os eremitas que moravam escondidos no monte Carmelo, no momento em que nós começamos a conhecer a sua história?

As cruzadas e a conquista de Jerusalém em 1099, tinham aberto o caminho às grandes comunicações entre a Europa e o Oriente. Desconhecemos, se os primeiros ocidentais a fixarem-se como eremitas no Carmelo, eram cavaleiros ou soldados, letrados ou não, nobres ou plebeus; sabemos somente que eles tinham participado nas cruzadas para visitar a Terra Santa. Eram certamente leigos que tinham escolhido uma vida de penitência, característica da espiritualidade laica nos séc. XII e XIII. Eram conversos (ou penitentes), peregrinos estabelecidos no lugar santo ou eremitas.

Todavia, é-nos hoje difícil orientar-nos entre estas definições de determinadas formas de vida religiosa de então, que não se identificam com a vida monástica regular ou com a dos cônegos (isto é, de padres com vida em comum). Será bom lançar um olhar sobre uma tal multiplicidade de vocações, que testemunham o fervor e a riqueza das diferentes inspirações, para em seguida nos aproximarmos com um melhor conhecimento dos nossos carmelitas.

A vocação religiosa, que a Igreja na sua longa experiência histórica definiu em algumas formas de vida específicas, nasce sempre de um chamamento a seguir totalmente a Cristo, a subir com Ele (ascética) à santidade, e realiza-se aderindo de um modo estável a uma organização reconhecida publicamente pela Igreja e inserida nela. A profissão explícita dos três conselhos evangélicos – pelos votos de pobreza, castidade e obediência – num instituto aprovado, é o ato de consagração definitiva de cada vocação religiosa.

Nos primeiros séculos da vida cristã, as exigências radicais do chamamento evangélico eram vividas, na Igreja local, nas condições sociais e meios mais variados. As virgens e os ascetas praticavam uma vida de continência, alguns permanecendo em suas casas, entregues às ocupações habituais; outros consagravam-se particularmente às obras de misericórdia; outros retiravam-se para a solidão ou viviam em comunidade, muitas vezes chamados para junto do bispo, para viverem em comunidade com ele. Eles constituem na Igreja local categorias muito importantes, mesmo sob o ponto de vista externo e jurídico. Para começar a fazer parte disso, não é requerida a tomada formal da carga das obrigações dos votos religiosos e menos ainda é requerido que isso aconteça ligando-se a um instituto.

A extraordinária expansão do monaquismo, estritamente dito, aparecido no séc. IV, desaparece, de fato, sem fazer desaparecer as outras formas de vida ascética mais espontâneas. Além disso ela provoca e exige intervenções normativas dos bispos e dos concílios, dando origem a uma nova legislação da vida religiosa. Progressivamente ela chega a identificar-se com a vida estável num claustro, sob uma regra e obediência a um superior.

Na prática, a única forma de vida ascética organizada na Igreja, era o monaquismo. A partir sobretudo do séc. IX, entre as várias regras propostas na antiguidade (S. Pacómio, S. Basílio, S. Columbano), predomina no Ocidente a de S. Bento; ela é adotada pouco a pouco, como norma institucional e guia espiritual por todos os monges que a reconhecem como legislação de base: assim chegam a coincidir fundamentalmente o monaquismo e a Regra de S. Bento.

O movimento de vida apostólica (isto é, o modo de viver de Cristo com os seus discípulos) suscitado pela reforma do papa Gregório VII, realça o ideal comunitário e encoraja a própria vida comum para o clero, baseada não sobre a regra beneditina, mas sobre os costumes e normas tomadas dos diferentes concílios particulares e gerais. Por conseqüência, talvez por um complexo de inferioridade em relação aos monges que tinham uma regra, foi admitido entre os padres diocesanos que viviam em comum, de conferir um prestigio às suas normas ligando-as à regra de S. to Agostinho.

Em 1005, Urbano II afirma que suscitar a vida apostólica primitiva entre os padres não tem menos mérito do que conservá-la entre os monges; com esta declaração, é praticamente sancionado na Igreja um estado de vida religiosa: a ordem monástica sob a Regra de S. Bento e a Ordem canônica sob a Regra de S. to Agostinho. Mas a esta instituição da vida religiosa reagiram particularmente no séc. XII e XIII numerosos movimentos que pretendem inspirar-se diretamente no Evangelho para satisfazer as suas exigências ascéticas. Eles têm dificuldades em reconhecer-se nos mosteiros de tipo tradicional, plenamente integrados no sistema feudal em lugar de prestigio, e desejam procurar fora dos quadros institucionais, um modo de vida que reflita melhor os valores evangélicos aos quais eles aspiram.

Em polêmica com as Ordens tradicionais, eles não aceitam que a sua vida seja julgada menos perfeita somente porque vivida, sim, fora das Regras, segundo o Evangelho. Portanto o conceito de religioso assume um sentido mais amplo até compreender aqueles que, moldando a sua vida religiosa nos costumes tradicionais, vivem fora duma comunidade: uma forma de vida que tem o seu reconhecimento de atualidade justamente no período de tempo que interessa os eremitas do Carmelo.

OS LEIGOS NA VIDA RELIGIOSA: CONVERSOS, EREMITAS, PEREGRINOS

Os conversos viviam plenamente a sua vida de doação a Deus, mas não abandonavam o estado leigo: eles não formavam uma Ordem no sentido moderno da palavra, mas viviam uma condição de vida ascética juridicamente reconhecida: eram homens e mulheres que, por imposição após pecados públicos, ou espontaneamente, viviam conforme o regime penitencial que a Igreja impunha aos pecadores públicos no ato da reconciliação.

Eram fiéis que decidiam viver em penitência, rompendo temporária ou definitivamente com os compromissos fáceis do mundo. O sinal exterior desta mudança de vida era o hábito de penitente que o fiel vestia apresentando-se à Igreja entre os penitentes, e por conseguinte, assumindo implicitamente os deveres do novo estado: uma certa pobreza e austeridade de vida, jejuns, orações particulares e participação nas orações públicas da Igreja, como as horas canônicas (Laudes, Vésperas, etc.). Viviam em penitência sozinhos ou associados, na cidade ou na aldeia ou eremitério; alguns conservavam o direito de possuir, outros viviam pondo tudo em comum formando um único instituto sob a direção dum clérigo, não necessariamente padre, e até dum leigo. Outros vivem a penitência na sua casa: são geralmente esposos, que vestem um hábito abjeto, renunciando ao luxo, observando os jejuns e abstinências e participando na recitação das horas canônicas nas igrejas, ou substituindo-a pela recitação privada do Pai Nosso.

Além disso a vida eremita liga-se às primeiras experiências de perfeição cristã e comporta um certo grau de separação do mundo ou da condição de exílio e de peregrinação fora da verdadeira pátria.

A vida eremita ou de solidão propriamente dita, é contudo somente um dos modos concretos pelos quais esta exigência se realiza e se organiza nos vários tempos e lugares; de modo que, partindo das próprias exigências, a própria palavra eremita e todo o vocabulário que a isso se refere, não designa sempre a mesma condição de vida.

Particularmente por volta do fim do séc. XII e no limiar do XIII, por exigência de simplicidade, de pobreza efetiva, de liberdade de engajamentos temporários mas muito freqüentes, reaparece muito vivamente o desejo de se fixar em lugares solitários. Num tal contexto, expressões como eremitério, eremita, solidão, vida solitária , aplicam-se conforme o caso a mosteiros cenobíticos, (isto é, de vida comunitária), longe de toda a vida urbana, em grupos de celas eremíticas, em eremitérios sem ligação entre si ou com um mosteiro. A variedade, como se vê, não diz respeito somente às características particulares, mas ao próprio modo de viver e de se organizar segundo a exigência dominante, a solidão com Deus: porque uma é certamente a vida de um eremita sozinho, outra a do que vive numa comunidade; outra é a vida solitária dum eremita dependente dum mosteiro, outra a de um independente.

Uma verdadeira inovação, não tanto pela novidade absoluta, como pela proporção que o fenômeno assume, é pelo contrário representada por certos movimentos populares leigos que se conformam diretamente com o Evangelho. São grupos de eremitas (hoje chamá-los-iamos grupos espontâneos) sem uma organização estruturada e detalhada, freqüentemente mesmo muito pobres, de instituição e de vínculos (laços); alguns tornam-se itinerantes, peregrinos sempre em viagem, que vão pedir e exortam aqueles que encontram.

A condição de peregrino é uma forma de vida ascética tradicional na Igreja. Aqui não se fala tanto de peregrinações aos lugares de devoção, mesmo se eles não são excluídos, mas antes da concepção e dos valores, do modo de vida que eles queriam realizar.

O peregrino realiza sobretudo o conceito de cristão duma certa separação do mundo, visto como lugar de passagem e não como uma morada estável. É abandonar o lugar habitual, o próprio meio de vida para ir onde é desconhecido, estrangeiro, sem amigos ou parentes, sem proteções e seguranças. Neste sentido é uma forma de conversão; com efeito, partindo para uma região desconhecida, o peregrino está sem papel social, sem poderes, posto à margem; é um pobre no sentido mais concreto da palavra.

A meta da peregrinação podia ser qualquer lugar solitário, mosteiros onde se era desconhecido, ou lugares tornados sagrados pela presença e sacrifício do Salvador: a Terra Santa exercia, por excelência, uma atração especial. Na peregrinação à Terra Santa todos os temas e valores ascéticos descritos até aqui parecem reconhecer-se dum modo especial: a rotura com o mundo, com a própria pátria, a conversão, o fato de percorrer a terra por amor de Cristo e de viajar em direção à terra prometida como Abraão.

Não era raro alguns prometerem ficar para sempre na Terra Santa: o próprio fato de ter chegado lá comportava por si mesmo uma decisão de combater com Jesus Cristo, não necessariamente no sentido guerreiro do termo, mas no de milícia espiritual. Com efeito a Terra Santa era considerada Patrimônio ou Reino de Jesus Cristo; por conseguinte, quem aí habitava era considerado como seu vassalo e devia-lhe fidelidade e serviço. Freqüentemente este serviço vivia-se entretanto, no fim da peregrinação, num mosteiro para aí viver seguindo uma regra, ou então ainda como leigo.

O engajamento de efetuar esta peregrinação podia ser assumido por qualquer categoria de cristãos, sem excluir os monges, cônegos, clero, bispos e abades; e de fato, assim aconteceu. Mas é claro que, visto a maior liberdade de movimento de que gozavam, foi sobretudo ao encontro dos leigos e dos eremitas.

A sua presença no seio das cruzadas, como a dos padres e dos bispos devia servir para manter claramente o espírito religioso e o convite à conversão permanente dos soldados; além disso a oração e a humildade destes pobres era considerada particularmente eficaz face ao Senhor do qual se espera unicamente a vitória.

Comente via Facebook

  Article "tagged" as:
  Categories:
escreva um comentário

0 comentário

Ainda não há comentários!

Você pode ser o único a iniciar uma conversa.

Adicione um Comentário