SER DIZIMISTA É…

junho 15 21:10 2016 Imprimir Este artigo

SER DIZIMISTA É…

Agradecer a Deus pela sua presença em nós e entre nós. É dizer obrigado pelo dom da vida, pela beleza da natureza, pela existência do homem e da mulher. É louvar a Deus pela sua bondade, pela sua ternura, pelo seu amor.

dizimoÓ Senhor, nosso Deus, como é glorioso vosso nome em toda a terra! Vossa majestade se estende, triunfante, por cima de todos os céus (Sl 8,2).

Devolver a Deus um pouco do muito que Ele coloca à nossa disposição. É tê-lo como o dono de tudo, de quem recebemos, por empréstimo, a vida e tudo o que a torna possível. É expressar pela devolução a nossa pertença eterna a Ele.

Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher.

E os abençoou (Gn 1,27-28)

Contribuir para que o Reino de Deus seja edificado entre nós. É participar da formação, sustentação e missão de comunidades evangelizadoras. É fazer a sua parte para que todos conheçam o verdadeiro Deus.

Tudo quanto fizerdes, por palavras ou por obra,

fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por

Ele graças a Deus Pai (Col 3,17)

Partilhar do que se tem, mesmo que seja pouco, de todo o coração. É colocar em comum uma quantia que é fruto do trabalho, ganho com honestidade. É pensar na comunidade e no próximo, com amor e compaixão.

Em todos eles era grande a graça. Não havia

entre eles nenhum necessitado (At 4,33b-34a).

Solidarizar-se com o outro, fazendo-se um com ele, no riso e na dor. É ter um coração que abraça o mundo, onde não há mais estranhos, mas irmãos e irmãs. É estar junto ao próximo, amparando-o com ternura.

Diante de Deus não há distinção de

 pessoas (Rm 2,11).

Evangelizar a todas as pessoas, sem exceção, levando-lhes Jesus. É anunciar – pelo serviço, pelo diálogo, pela palavra e pelo testemunho – que em Jesus encontramos o Caminho, a Verdade e a Vida. É contar a todos a boa nova: Deus é amor e só quer o nosso bem.

Anunciar o Evangelho, não é glória para mim; é uma obrigação que se me impõe. Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho (1Cor 9,16).

Renunciar a si mesmo em benefício da comunidade. É ter a coragem de sacrificar-se para que outros conheçam o Senhor, tenham o pão, sintam-se gente. É colocar a mão no coração e no bolso com generosidade para partilhar.

Que servirá a uma pessoa ganhar o mundo inteiro,

 se perder a sua vida? (Mt 16,26a).

Oferecer o fruto do próprio trabalho, é doar uma parte de si. É dividir com a comunidade o que ganho com honestidade, que é meu porque ganho com o meu suor. É ser justo sempre, para com todos; é partilhar o fruto da justiça.

Socorrei as necessidades dos fiéis. Esmerai-vos

 na prática da hospitalidade (Rm 12,13).

Amar colocando em comum o que é meu, a serviço de todos. É vencer o egoísmo que só quer ter, sem se preocupar em ser; é pensar no bem de todos, imitando-o na entrega e na doação.

Que vossa caridade não seja fingida. Deixai de

 lado o mal e fazei sempre o bem (Rm 12,9).

Abrir-se à generosidade, oferecendo algo substancial, e não apenas resto. É contribuir com uma quantia à altura do que recebo; é não ser avarento nem mesquinho, mas pródigo. É abrir o coração para doar-se o máximo possível, sempre por amor.

Conhecemos a bondade de Jesus. Sendo rico, se fez pobre por nós, a fim de nos enriquecer

por sua pobreza  (2Cor 8,9).

Fazer-se corresponsável; é ser responsável junto com os outros. É ter consciência de que juntos somos mais, que a comunidade é de todos os batizados e batizadas. É não se fechar à família na fé, mas abrir-se a ela, generosamente.

Ninguém vive para si mesmo, e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor  (Rm 14,7-8a).

Investir no anúncio do Evangelho, levando-o a todo mundo. É ir ao encontro de quem não conhece Jesus, para enriquecê-lo com os valores do Reino de Deus. É participar da vida dos missionários e missionárias; é também ser missionário.

Quem possuir bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, e lhe fechar o coração, como

 pode estar nele o amor de Deus? (1Jo 3,17).

Promover os empobrecidos, incluir os excluídos, devolver a dignidade a todos. É unir-se à comunidade para alfabetizar, para profissionalizar, para humanizar aqueles que estão marginalizados. É restituir a vida a quem está machucado pela cultura da morte.

Eu vim para que todos tenham vida e

vida em plenitude  (Jo 10,10).

Dar da própria pobreza, oferecendo um pouco do que se tem. É não esperar ter muito para só então partilhar. É oferecer o pouco com generosidade, de todo o coração. É juntar o pouco de muitos para evangelizar, para tornar o mundo melhor.

Não se trata de aliviar os outros fazendo-vos

sofrer penúria, mas sim, que haja

igualdade entre vós  (2Cor 8,13).

Reconhecer que tudo pertence a Deus, o Senhor da vida e do universo. É ter consciência que Deus entregou tudo a todos, e não apenas a poucos. Partilhar é tanto um ato de amor quanto de justiça. É reconhecer que o que temos não é nosso, mas pertence a todos igualmente.

Eu vivo, mas já não sou eu, é Cristo que vive em mim; Ele me amou e se entregou por mim (Gl 2,20).

Converter-se à fraternidade, fazendo do mundo uma casa para todos. É assumir o mandamento do amor, amando sem distinção, colocando-se a serviço sem pré-julgamentos. É edificar uma humanidade de irmãos e irmãs, uma família fraterna.

Todos vós que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo. Pois todos vós sois

um em Cristo Jesus (Gl 3,27-28).

Assumir o próprio Batismo, comprometendo-se a praticar a fé. É ser sal da terra e luz do mundo, dando sabor e iluminando as realidades humanas com o Evangelho de Jesus. É transformar a fé em vida, construindo uma sociedade justa e fraterna.

Assim como o corpo sem a alma é morto,

 assim também a fé sem obras é morta (Tg 2,26).

Testemunhar para e diante de todos que o dízimo forma comunidade. É evangelizar por meio da generosidade, chamando os irmãos e irmãs não dizimistas a descobrirem o valor da partilha. É iluminar com o testemunho quem está fechado à palavra.

Dê cada um conforme o impulso do seu coração,

sem tristeza nem constrangimento (2Cor 9,7).

Participar da formação das lideranças da comunidade. É dar possibilidade para que participem de retiros, cursos, reavivamentos, aprofundamentos. É formar os formadores. É dar condições para que as lideranças prestem à comunidade um serviço de qualidade.

A palavra de Cristo permaneça entre vós em toda a sua riqueza; instrui-vos e exortai-vos

mutuamente (Col 3,19).

Deixar-se abençoar por Deus, que deseja sempre e em tudo o nosso bem. É abrir o coração para que Deus e suas bênçãos possam entrar em nossas vidas e transformá-las, santificando-as. É desejar e acolher a graça, que Deus oferece por amor, gratuitamente.

Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas que por todos nós o entregou, como não nos dará

 com ele todas as coisas? (Col 3,19).

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